skip to main |
skip to sidebar
A ansiedade é algo que te causa diversos sabores. Quando você tem a certeza de que o esperado dará certo, a ansiedade pode ser até algo bom. Mas, quando você não sabe o que vai acontecer, a ansiedade é algo que te corrói. É complicado manter-se racional quando se encontra embebido de ansiedade.
Mas você consegue perceber que a ansiedade é fruto da insegurança? É como o guarda-chuva, sabe? Afinal, porque ele se chama guarda-chuva e não guarda-cabeça? De que lado ele está? Quem ele protege? Ele protege a chuva da sua tolice ou protege a sua cabeça da tempestade? Eis a dúvida. É, lá vem ela. Novamente, a mãe e principal mestra da discípula ansiedade, dúvida. Quando você conseguir solucionar o mistério do batismo do guarda-chuva, a ansiedade some, esvai-se, evapora, extingue-se.
A melhor solução para a cura desse sentimento perturbador é um sujeito chamado amigo. Li em algum lugar que o verdadeiro amigo é aquele que chega quando tudo já se foi. E, se tudo já se foi, é porque ela tomou conta de você. "Parece que foi ontem, eu correndo entre as árvores tão cheias de frutos. Eu peguei um dos frutos, mordi. O tempo pegou uma das flores, caiu. Parece que foi ontem, eu deitado na grama para olhar as nuvens e meus dedos descobrindo na terra a flor que eu nunca poderia salvar." Você não teve medo de morder o fruto, mas quem mandou o tempo se meter no seu jardim? Quem mandou ele querer influir na forma com que você lidava com as flores? Mas ele tem esse poder, e, nem sempre, é pro seu bem. Eu ainda não consegui desenvolver um jeito de fazer ele esquecer-me e deixar de ser tão presente. Ele deve ser daqueles que não se consegue influir. Quando ele tem de agir, ele vem e..pá.
Mas sabe a melhor coisa que a ansiedade te proporciona? A surpresa. É. Afinal, se você pensa negativamente, não quer dizer que vá acontecer uma coisa ruim, de fato. Eu não canso de repetir que você não sabe o dia de amanhã. A ansiedade é inerente ao hoje. O amanhã não tem necessidade que se acople sentimentos a ele. E ele tá certo, ele tem de ser egoísta, porque ele muda em um décimo de segundo. Sentimentos não são assim, são menos mutáveis. Então, se não vai acompanhar, não comece a correr. Deixe o amanhã ser livre.
Procure alguém que te proporcione um afago, uma coisa nova, um palavra ainda não ouvida. Gente é a coisa mais fascinante que pode haver no universo. Não são signos que vão te limitar, que vão te definir e te dizer como você vai ser, como as coisas vão acontecer. Ora, quem manda em seus sentimentos, em sua maneira de ser, é você, não é seu horóscopo. É bem verdade que ele acerta algumas horas, mas, se ele não acertasse, ele já teria sumido. Mas ele não dita, ele não impõe, ele não é soberano e nem você é subserviente. Mande, você, nele. Mostre quem dá as cartas e que, quando se trata de gente, nada pode ser afirmado, apenas suposto.
Sabe quando você é seu próprio cartomante? Era assim que Davi sentia-se. Ele sabia tudo que ia acontecer no futuro dele. Mas será que ele estava realmente certo? Bem, pensara ele que sim.
Se Davi tirava uma nota baixa, ele sabia que, próxima etapa, ele estudaria mais e o bom resultado apareceria.
Se Davi brigava com sua mãe, ele sabia que, em dois dias, as pazes seriam feitas.
Se Davi viciava em uma música, ele sabia que, em duas semanas, apareceria outra e ele passaria a ouvi-la.
Se Davi estava a fim de alguém, ele não se angustiava, porque, logo, apareceria outro alguém.
Mas e se Davi se apaixonasse?
Bem, ele jogaria as cartas do tarot na gaveta e sentaria, esperando o destino colocar as cartas para ele.
Dizem que o destino é um dos cartomantes mais mentirosos, o maior dos charlatões. Principalmente, quando você também põe cartas, pois você sempre acha que tem o controle do futuro. E Davi era um desses.
Mas quem disse que, quando você sabe o que vai acontecer, você tem o controle?
Saber o futuro não significa mudá-lo. Davi não sabia disso.
Saber o que vai acontecer ajuda você a não ter tantas surpresas, mas daí a mudar é bem diferente. Muito diferente. Quando se fala em sentimentos, tudo é diferente. Você sente algo hoje, mas não sabe se sentirá o mesmo amanhã, mais fraco ou mais forte.
E se acontecer algo inesperado? Se acontecer, Davi vai colocar as cartas novamente? Você colocaria as cartas novamente?
Toda vez que você ouvir uma palavra que não contava, um olhar que não era previsto, um cheiro inesperado, um gosto surpreendente, uma conversa que não estava programada você vai pôr as cartas?
Davi não sabia se queria as coisas totalmente programadas ou se queria programar e ter surpresas ou se queria tudo não-programado.
Será que o charlatão do destino avisaria a Davi que, por mais que ele soubesse o dia de amanhã, ele agiria de acordo com o que estava programado pelas cartas e não pelo que ele queria que acontecesse? Resumindo, Davi, quando sabia o dia de amanhã, fazia tudo igual, ou seja, para ele, não adiantava saber, porque os sentires dele eram mais fortes que qualquer parte racional do seu cérebro.
Mas ele adorava enganar-se. Achava que seria o dono da situação se pudesse, milimetricamente, descrevê-la.
Ele tem de saber que a vida deve ser como um filho que nasce ao contrário, que nasce para dentro, pois, cada vez mais, estaria perto do coração.
Davi tentava, com as cartas, enxugar suas próprias lágrimas. Tentava fazer o dia seguinte não magoá-lo, não surpreendê-lo negativamente.
Mas qual seria a graça?
De que adianta sentar em um gramado e observar as nuvens passarem se você verá a quantidade certa e a forma certa das nuvens que passam?
Bom mesmo é segurar uma flor e não saber quanto tempo ela vai demorar para cair da sua mão ou para murchar.
A flor pode conter espinhos? Pode. Mas quem garante que não virá alguém fazer um curativo?
- Teu mal é pensar que sempre há uma segunda intenção, sabia?
- E não há?
- Não.
- Vou fingir que acredito.
- Isso não vai mudar em nada, eu não me importo com o que dizem mesmo.
- Tem certeza?
- Tenho.
- Você não é a chuva e nem o dia ensolarado, você é apenas como a terra, sabe? Pisa-se, porque se tem a obrigação de pisar, mas não faz diferença alguma.
- Eu nunca quis fazer diferença. Você não percebe que está fantasiando?
- Tem certeza?
- Sim. Você é deveras misteriosa, enigmática. Quer muito mais do que o corpo, quer nada além da alma. Tem de agir de forma estratégica, seu modus operandi. Você quer a essência por detrás das aparências. Pistas, sinais sutis, quebra-cabeças. Detetive da alma, investigadora. Não dá para te enganar, você tem visão de raio-x. Não precisa se marquetear, você descobre tudo.
- Oo
- Você parece ser traiçoeira, mas não o é. Você está sempre desvendando os sentires. Sei que você é séria, justa e verdadeira. Age assim e espera o mesmo das pessoas que ama. Você gosta de caráter, de interior. Você é dedicada e gosta de atenção total. Um pouco possessiva e ciumenta. Tem medo de tudo que já passou, criou bloqueios e se fechou.
- Você se sente feliz em me desvendar por completo?
- Não, nunca quis isso, mas é inevitável. Você só não pode pensar que é a única a ter inteligência. Posso ter milhões de defeitos, mas faço questão de ressaltar minhas qualidades. Sou bobo quando me convém. Sei respeitar, sei idolatrar, sei esnobar. Faço até o que não gosto quando é preciso. Sei ter pulso, saiba disso.
- Eu não tenho medo.
- Nem precisa ter, eu não quero isso. Só quero não ter de contemplá-la com minha indiferença. Não existe sentimento mais ridículo. E isso não é uma ameça. É porque não quero que isso aconteça.
- Eu não posso falar nada. A situação não permite. Eu preciso de certezas.
- A vida é incerta. Não adianta bloquear-se e querer fazer tudo diferente.
E assim a lida insana da vida colocou o urso e a raposa de frente. Mas nenhum dos dois queria vencer, apenas ter certeza do dia de amanhã. Coitados, mal sabem que ninguém sabe o dia de amanhã.
Ele vem do nada e te invade, que estranho! Você nem estava contando com ele. Era uma bela tarde, e você estava calmo, centrado, feliz. De repente, algo acontece, alguém aparece. E você não está nem aí. Você nem gosta de conhecer pessoas novas mesmo. Você, na maioria das vezes, está fechado, porque você é assim, você tem medo do novo, minto? Pra chegar perto de você, tem de ter o dom da palavra. É, isso é deveras apreciado. Por que? Porque falar sozinho e não ter companhia digna é a coisa mais entediante que alguém pode presenciar, quiçá viver ao lado.
Não adianta, quando você não quer, o seu coração faz questão de te contrariar. Acho que é o órgão do corpo humano mais birrento. Mais até que os músculos e seus espamos involuntários.
Pois bem, lá vem ele, começa a te importunar. 10min, 25min, mais três dias, 30min. Quando você se dá conta, ele te importuna todos os dias. Ele é inventivo, diferente de tudo que você já tinha visto. Deve ser esse diferencial que impediu o seu bloqueio. Mas enfim, você ainda consegue controlar, mas ele começa a te invadir por completo. Quando você se dá conta, não tem mais jeito. Ele te dominou, você está completamente invadido. Como a multidão que invade, como a chuva que chega molhando tudo, como o cardume que caminha em direção às águas quentes, como tudo que você vai contra e, invariavelmente, você começa a gostar.
É impressionante como o jogo pode virar, você manda nele e, depois, ele manda em você. Você se cala, é o único jeito, quem manda agora é ele. E vá lutar, não adianta. É melhor se calar, dar tempo ao tempo. Como você odeia essa frase! Tanto! Dar tempo ao tempo? O tempo quem faz é você, você pode perder um tempo feliz, porque você está dando tempo ao tempo, que já tem tempo. Ele não precisa de você, o tempo é solitário, e você não precisa ser assim também. Apenas seja você. Pare de bloquear o que é pra ser seu. Mas o direito é dele, quem manda é ele. Você pode obrigá-lo? Não, de forma alguma. Fique quieto, de repente, ele olha pra trás e vê que você foi invadido, que você não quer brigar, que você quer crescer, ser interessante todos os dias. É, mas não se culpe, a culpa é dele, que te invadiu. O sentimento puro te invadiu. Parabéns, agora é esperar passar.
Nunca havia visto um supermercado tão lotado! O caixa rápido parece ser sempre o mais lento, além de eu conseguir contar mais de 10 volumes por pessoa em todo mundo da fila. Enfim, espero, espero e, casadamente, espero. Empacoto tudo e dirijo-me ao meu carro. Buzino e vejo o portão abrindo-se. "Obrigada", digo isso num olhar ao porteiro. Desço, pego o carrinho de compras do condomínio para colocar as minhas e levar ao meu apartamento. Ao dar o primeiro empurrão, escuto um barulho estrondoso. Para variar, deve ser mais um jarro de flores que cai. Ao chegar à frente do prédio, um corpo! Meu Deus, nunca tinha visto tal cena. Fiquei estarrecida. Meus olhos não queriam acreditar, era Isabella! Aquele gelo profundo tomou conta do meu corpo. Sabe quando você pára porque o seu cérebro não consegue dar a ordem pra ir adiante? Pois é, foi, exatamente, isso. Ouço um grito, mas não sei de quem foi. E isso era o que menos importava. O que eu ia fazer? A garota estava agonizando. Imagine se fosse minha filha ali. Não quero nem pensar nisso. Rapidamente, os bombeiros chegaram e fizeram os primeiros socorros, inúteis.
Eu nunca pensei em presenciar o caso que comoveria o país. Ainda mais de uma criança que era amiga da minha filha, não queria acreditar. Chega a imprensa, a polícia, a perícia, os curiosos, mobilização generalizada. Depois de duas horas, quando o choque passou, consegui chorar, mas não um chorar qualquer, caí em prantos. Aquela cena jamais sairia da minha mente. Aquela linda menina não merecia essa fatalidade. Fatalidade até meu marido assistir ao primeiro noticiário. Eu achei que ele estivesse enganado ou algo do tipo, mas não. Acreditar que ela havia sido empurrada da janela? Eu sou humana demais para acreditar nisso. Outro choque. Digamos que, nesse período, minha vida não tem sido a mesma. Todos os dias são milhares de máquinas fotográficas e filmadoras em frente ao meu condomínio. Aqueles abutres da imprensa que não sabem falar em outra coisa. Sensacionalismo demais, comentários demais, suposições demais. Tudo bem, ajudam a levantar a cabeça da população e o clamor por justiça, mas não vamos brincar com os sentimentos das pessoas. Chegar ao ponto de levar uma boneca à um programa de TV e jogá-la de certa altura para simular o crime? Menos, bem menos. Ligo a televisão e só se fala nisso.
Eu não consigo engolir e, muito menos, digerir como se pode matar uma criança, que não faz mal a ninguém! Como?? Vi no jornal um estuprador que estuprou uma criatura de quatro anos, fazendo sexo anal e vaginal, entupindo a boca da criança de folhas para que ela não gritasse, num matagal! Em que mundo nós estamos, me digam! Cada dia vejo coisas piores, não quero mais nem assistir televisão. Num é que eu queria fechar os olhos pro mundo, o problema é a falta de sentimento nas pessoas, de compaixão. Desculpem-me, ainda não aprendi a lidar com isso, felizmente.
Não quero fazer nenhum julgamente, mas eu acho mesmo que foi o pai e a mulher, nunca gostei dele mesmo. Mas quem sou eu, né? Só me espanto com uma frieza sem tamanho. Espero que esse não seja apenas mais um caso de mídia. Que a justiça aprenda a trabalhar, pois, por enquanto, minha TV continuará desligada.
Ele estava lá, solitário, com o rosto coberto pelo medo. As cenas, até ali trasncorridas, embaralhavam-se em seus pensamentos súbitos. Ele não tinha maturidade suficiente para saber o que estava acontecendo. Os trejeitos denunciavam-no. Os cantos sempre eram seus principais companheiros.
Ele podia não entender o que se passava, mas sentia que as brincadeiras de roda não gostavam dele. Ele apenas observava os grupos animados, porém herméticos. Para ele, não havia motivos. Desejava apenas brincar. A fala alta o incomodava, pois não havia com quem falar alto também.
A atenção da mestra nunca lhe era prestada. Ele apenas ouvia os conselhos dados. Muitas tentativas de inclusão foram promovidas, porém sem muito sucesso. Acabava sempre conversando com quem lhe dava atenção. Não conversava. Nem olhar as horas ele sabia para saber se o fim do sofrimento diário se aproximava. Ele não sabia o que havia de errado.
Pensava apenas se algum dia aquilo teria fim. Não conseguiria viver daquela forma. Precisava ser aceito. Tinha de mudar. Queria brincar. Só conseguia pensar e esperar o tempo passar impacientemente. Depois chorar. Para chamar atenção.
P.S.: Este texto é dedicado à Marina e à Elenita. :D
O orkut é, indiscutivelmente, a febre nacional. Ele virou algo inerente às pessoas e ao levar da vida. Todas as pessoas ficam ansiosas pelo recebimento de "scraps", pelo aumento do número de amigos, pela atualização do álbum, por depoimentos que expressem carinho extremo, mostrando que a pessoa é bem quirsta.
"Meu Deus, a fulana atualizou o álbum dela!! Acabei de ver nas atualizações dos amigos no meu perfil. Mas olha, ela estava na Europa, desgaraçada! Uma sorte dessa eu não dou."
"Égua, o cara tá pegando essa gata ae, não acredito!! E ainda anda com as melhores roupas, num carrão, porque dá pra ver pelo fundo da foto, que aparece a garagem. Sem falar que ele tem os amigos que eu queria ter, todos populares!"
"Chega add, chega add, chega add. Ai meu Deus, ninguém me adiciona. :x"
Essas pensamentos inrustidos, ou não, tornaram-se comuns nas vidas das pessoas. E não adianta negar, todos já pensaram ao menos algum deles. As pessoas estão vivendo em função de mostrar sua vida no orkut. E, mais uma vez, isso é inegável. Vai dizer-me que você não pensa..
Churrascão lotado, galera animada, momento de bater fotos, então:
"-FOTO! FOTO! FOTO!"
(pose)
(mais uma pose)
(e outra)
"-Cadê, deixa eu ver se ficou boa."
"Olha, está ótima! Essa vai pro orkut certeza."
Então? Minto? Não, né? É o famoso modismo e é do ser humano, portanto, normal. Normal até certo ponto, diga-se de passagem. Não podemos viver em função do que as pessoas que frenqüentam meu profile vão pensar do que tem escrito no meu quem sou eu. Isso sim é banal demais. Pensar em fotos, poses, cores, efeitos e bordas para as fotos do seu álbum é normal. Ou, ao menos, eu acho.
Mas a melhor parte de ter orkut é estar "antenado" com as novidades alheias. É ou não? Lógico que é! Melhor do que parecer ter uma vida perfeita para os amigos do seu orkut é ver a vida "perfeita" dos outros ou a não-perfeição dela. Não se culpem tanto lendo isso. As pessoas dão-nos motivos para fazer isso. A primeira coisa que um casal faz quando termina o namoro é tirar o 'namorando' do orkut. Eles querem que fechemos os olhos para isso? Os depoimentos que juram amor eterno são apagados. O álbum 'ele(a), só dele(a)' é apagado. Os depoimentos seus para ele(a) são apagados também. O ex-compromissado não se importa nem em curtir a dor do momento, o importante é mesmo mostrar ao ex que está bem sem ele. Para isso, o orkut é sempre o melhor amigo.
Participar de comunidades, hoje, não é mais ter interesse no assunto abordado. As pessoas usam as comunidades para passar a idéia que querem. Exemplo: 'Eu fui para a Europa', a pessoa está, realmente, interessada em postar nos fóruns da comunidade como foi a experiência dela pela Europa? Claro que não! O que ela quer é deixar disponível aos olhos alheios que ela foi à Europa e que se orgulha disso.
Conversar por scraps é moda sim! Vamos segui-la então. MSN para quê? Você, na grande maioria extraordinariamente esmagadora das vezes, tem a pessoa adicionada no MSN, mas ter mais scraps é muito mais importante, não é verdade? Quando a pessoa não quer conversar por scraps, mas tem medo de cortar o ávido colecionador de recados? É, o jeito é suportar. Depois, discretamente, é só apagar, quando não tiver mais na página principal. Experiência própria.
Trancar o álbum, os scraps e os vídeos também virou moda. Definitavamente, não concordo. Viva a democracia!! Se é para expor a vida, vamos expor por completo. Já dizia o velho dito popular: "Quem está na chuva é para se molhar." Não vale acompanhar Rihanna e ficar under a umbrella ella ella dela. Só é permitido para os amigos da lista. Nossa, que discreto! Uma pessoa, realmente, que não quer expor a vida, de fato.(palmas para a discrição de tal personalidade) Um projeto de Sandy, eu diria. Enfim, mas é um artifício disponível.
Mas a última moda no mercado brasileiro de orkuts é, na verdade, conversar por depoimentos. Seu segredo estará bem guardado. Aí, certamente, não há como os apaixonados pela coletivização das informações pessoais saberem de nada. Parabéns, sua privacidade está assegurada. Você é uma pessoa discreta que consegue guardar os pormenores de sua vida.
Apenas mais um detalhe: se você se encaixou em alguns desses pensamentos, descrições, relatos, tudo bem, é a moda.