quinta-feira, 28 de junho de 2012
sábado, 16 de junho de 2012
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quinta-feira, 15 de março de 2012
Escala-mexe-comigo.

Hoje eu pergunto-me se ter mentido foi a melhor saída. Como alguém avesso à sinceridade desnecessária, não hesitei em fazer uso do egoísmo e ter meu bem estar mental preservado. Com o tempo, ambos os lados puderam ver que aquilo não era tão verdade assim, que tudo tinha arrefecido. Não faço a mínima ideia do grau em que os sentimentos se apresentam depois desse tempo. Ao me perguntarem, eu coloco em uma escala-mexe-comigo de 0 a 10, mas parece não ser suficiente, de tão subjetivo que tudo isso é. Mil hipóteses são colocadas, e eu bloqueio (e recalco) todas, não vou especular sobre algo que não faz sentido. Eu digo que hoje estou vivo, mas amanhã é amanhã, posso estar morto, dentro de um caixão bem quente por obra dessas perguntas estapafúrdias.
Essa escala já tirou tanto o meu sono, de me fazer sonhar coisas ilógicas (como se o sonho não fosse essencialmente isso, uma incoerência superficial), de me fazer perguntar o motivo pelo qual eu estou colocando sentimentos em escalas...
O perdão nunca foi daquelas atitudes nobres muito praticadas por mim. Eu olho para trás e quero saber a necessidade de ainda problematizar sobre algo que não vai caminhar junto do perdão, da ausência de movimentos inclinados para que isso se torne realidade, deixo então seguir...só, então, me acalmo.
domingo, 15 de janeiro de 2012
Dos Ombros Esticados


